O Brasil ocupa a 10ª posição no ranking mundial de prematuridade, um desafio que exige mais do que a ultrassonografia convencional. A introdução foca na transição do diagnóstico morfológico para o funcional: a Elastografia Cervical. O conteúdo destaca que a medida isolada do comprimento do colo não detecta o amolecimento tecidual precoce, tornando o domínio da biomecânica cervical o novo padrão ouro para médicos que buscam reduzir taxas de parto pré-termo com precisão científica e protocolos validados internacionalmente.
Em 22/02/2026