O papel da ultrassonografia na biópsia de tireoide
O sucesso de uma PAAF - Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF), depende de uma coleta precisa e representativa. Leia na íntegra.
A medicina diagnóstica vive uma era de refinamento técnico onde a precisão não é apenas um diferencial, mas um requisito fundamental. No centro dessa evolução está a abordagem aos nódulos de tireoide, um achado comum que exige do médico uma capacidade analítica aguçada para separar casos de rotina de patologias malignas. Para atender a essa demanda crescente por médicos qualificados, a FATESA (Faculdade de Tecnologia em Saúde) mantém abertas as inscrições para seu curso de extensão em Ultrassonografia em Biópsia da Tireoide, focado na técnica de Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF).
Na medicina atual, o maior desafio no manejo da tireoide é a precisão diagnóstica.

Prof. Dr. Fernando Marum Mauad: Realizar uma PAAF de forma eficiente significa garantir que a amostra coletada
Com o aumento da sensibilidade dos aparelhos de imagem, o volume de nódulos detectados cresceu exponencialmente, tornando a habilidade de diferenciar nódulos benignos de malignos uma competência crítica. É nesse cenário que o curso, coordenado pelo Prof. Dr. Fernando Marum Mauad, se posiciona. “A proposta vai além da teoria: busca-se a segurança procedimental. Realizar uma PAAF de forma eficiente significa garantir que a amostra coletada seja representativa, evitando custos adicionais e o estresse de exames inconclusivos para o paciente, salienta o coordenador. Quando o procedimento é realizado com rigor técnico, o diagnóstico é mais rápido, os custos são otimizados e o paciente não precisa passar pelo estresse de uma nova punção devido a amostras insuficientes.
O diferencial do programa pedagógico da FATESA está na imersão prática.

Com uma carga horária concentrada de 6 horas, o curso é formatado para o médico que possui uma rotina dinâmica, mas que não abre mão da excelência técnica. Durante a extensão, os profissionais têm a oportunidade de realizar aulas práticas em ambulatório com pacientes reais, permitindo que a curva de aprendizado ocorra sob supervisão especializada e em um ambiente que simula os desafios do dia a dia clínico.
Dominar a ultrassonografia como guia para procedimentos invasivos mínimos é uma tendência que redefine a autonomia do médico no consultório ou centro de imagem.
“Ao unir o conhecimento clínico à destreza na punção, o profissional entrega um diagnóstico muito mais célere e seguro”, completa a coordenação.
Para os interessados em elevar o patamar de sua prática diagnóstica, a FATESA reforça que as vagas para esta especialização exclusiva para médicos seguem disponíveis, consolidando seu papel como um dos principais polos de formação em ultrassonografia do país. Faça parte da próxima turma, que acontece em 03/09/2026
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Potencialize sua formação na FATESA: após dominar a Biópsia da Tireoide, o próximo passo estratégico é o curso de Ultrassonografia Cervical e Doppler de Tireoide
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