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Medicina Preventiva: Ultrassonografia de Carótidas consolida-se como barreira contra o AVC

Mais do que um exame de rotina, o procedimento é hoje um pilar estratégico na avaliação do risco cardiovascular global. Confira! 

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) permanece como uma das principais causas de morte e incapacidade funcional no Brasil. No entanto, o avanço da medicina diagnóstica por imagem oferece uma ferramenta crucial para transformar essa estatística: a ultrassonografia de carótidas e vertebrais com Doppler. Mais do que um exame de rotina, o procedimento é hoje um pilar estratégico na avaliação do risco cardiovascular global.

  Prof. ME. Jorge Garcia supervisionando a prática 

As artérias carótidas, localizadas em ambos os lados do pescoço, são as principais vias de suprimento sanguíneo para o cérebro. O exame de ultrassom permite que o médico visualize, em tempo real, tanto a anatomia desses vasos quanto a dinâmica do fluxo sanguíneo.

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O inimigo silencioso

A relevância do método reside na detecção da aterosclerose, o acúmulo de placas de gordura, cálcio e outros elementos nas paredes arteriais. O perigo é silencioso: muitas vezes, o paciente não apresenta sintomas até que a artéria sofra uma oclusão severa ou que um fragmento da placa se desprenda, desencadeando um quadro isquêmico.

A identificação precoce dessas placas permite intervenções terapêuticas imediatas, que variam desde o ajuste no estilo de vida e controle rigoroso do colesterol até procedimentos cirúrgicos de desobstrução.

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Tecnologia e Precisão

Diferente de métodos invasivos, a ultrassonografia é indolor e não utiliza radiação ou contrastes iodados, garantindo segurança para diversos perfis de pacientes.

“Com o auxílio do Doppler Colorido, o médico consegue mapear a hemodinâmica do sangue, identificando turbulências que indicam estreitamentos (estenoses) com alta precisão”, sinaliza o Prof. Dr. Procópio de Freitas, especialista no tema.

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Quem deve realizar o rastreamento?

Embora a indicação dependa de avaliação clínica, o protocolo preventivo é fortemente recomendado para grupos de risco, incluindo:

Pacientes com hipertensão arterial, diabetes ou colesterol alto (dislipidemia);
Tabagistas;
Pessoas com histórico familiar de doenças cardiovasculares precoces;
Indivíduos com episódios de tontura, desmaios (síncope) ou sintomas neurológicos transitórios.
Perspectiva Diagnóstica
Além de prevenir o AVC, o estado das carótidas serve como um "marcador biológico" da idade arterial. Quando o ultrassom revela um espessamento médio-intimal (camada interna da artéria), o sistema circulatório como um todo — incluindo as artérias do coração — emite um alerta para atenção redobrada.

Em um cenário onde a saúde preventiva é prioridade, a ultrassonografia de carótidas estabelece-se como uma tecnologia vital para a longevidade e a preservação da qualidade de vida.

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